YAR: Forgotten Throne – Resenha

Compartilhe com seus amigos:

Fala pessoal Mu chegando por aqui, mais uma vez “again” de novo e desta vez vou comentar sobre o jogo YAR: Forgotten Throne que é um RPG de ação e fantasia que leva o jogador a um mundo sombrio repleto de ruínas, criaturas perigosas e mistérios antigos.

Explore cenários desafiadores, enfrente inimigos em combates intensos e descubra os segredos de um reino esquecido enquanto avança em uma jornada de aventura e sobrevivência.

Minha Opinião sobre o jogo YAR: Forgotten Throne

YAR: The Forgotten Throne tem um jeito de RPG antigo que me agrada: conversar com moradores, procurar materiais e desenvolver o personagem aos poucos. As missões oferecem alguma variedade, os diálogos têm seu charme e poder resolver certas tarefas pagando, acrescenta uma liberdade bem-vinda.

Só que, no PS5, aproveitar isso exige paciência demais. Os menus usam um cursor lento controlado pelo analógico, tornando até recolher itens trabalhoso. Correr exige manter o botão pressionado, guardar equipamentos é complicado e trocar de arma pode falhar justamente quando aparece um inimigo. São dificuldades que atrapalham o básico.

A orientação também deixa a desejar. O mapa não mostra sua posição nem os objetivos, e falta uma bússola. Gosto de explorar por conta própria, mas ficar procurando uma pessoa porque o jogo oferece pouca informação acaba cansando.

A nostalgia não resolve tudo

Existe um RPG interessante por trás desses problemas. Fabricar equipamentos e procurar treinadores dá sentido à exploração, enquanto as diferentes soluções das missões incentivam alguma iniciativa.

Ainda assim, eu esperaria melhorias na versão de PS5. Depois de tantos anos jogando, aceito gráficos modestos e diálogos meio cafonas numa boa. Brigar com menus e comandos durante toda a aventura pesa muito mais. A falta de opções para ajustar os controles piora uma adaptação que precisava de mais cuidado.

  • Missões com soluções alternativas.
  • Criação de equipamentos e evolução interessantes.
  • Diálogos com charme de RPG antigo.
  • Menus lentos e inadequados ao controle.
  • Troca de equipamentos pouco confiável.
  • Mapa sem informações básicas de orientação.
  • Falta de personalização dos comandos.

Jogo analisado no PS5 com código fornecido pela Honor Games.

Confira também: Back to the Dawn – Resenha

Rolar para cima