MONETIZAÇÃO: Com R$ 400 mil movimentados na fase beta, startup brasileira aposta em monetização sem algoritmo para criadores

The Cool Rhyno fundadores foto thumb
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Criadores e streamers, principalmente os que trabalham com o conteúdo gamer, têm audiência, mas não têm controle sobre ela. Dependem de algoritmos para alcançar a própria comunidade e, na maior parte das vezes, de publicidades inconstantes para monetizar.

Foi a partir dessa realidade que nasceu a The Cool Rhyno, startup brasileira que acaba de anunciar seu lançamento oficial após movimentar mais de R$ 400 mil em 20 mil transações durante os dois meses da fase beta (MVP – Minimum Viable Product) e que já conta com mais de 200 criadores ativos.

A proposta da Rhyno é simples: permitir que os criadores e streamers monetizem sua audiência sem depender de algoritmos ou publicidade instável, reunindo apoios, mensagens, produtos e engajamento em um único ambiente.

A plataforma oferece a menor taxa do mercado – apenas 2% sobre donates (compras de mensagens durante as lives) -, além da possibilidade de criação de loja de produtos físicos sob demanda em menos de cinco minutos e ferramentas que ampliam o engajamento e a monetização durante as transmissões.

“Criadores e streamers, principalmente do segmento de games, constroem comunidades, mas não controlam sua própria receita. Dependem de algoritmos para alcance e de publicidade instável para monetizar. A Rhyno nasce para mudar esse modelo, permitindo monetização direta e sem burocracia” – Larissa Much, CMO e cofundadora da The Cool Rhyno.

Criada a partir da vivência dos fundadores

A The Cool Rhyno nasceu da experiência direta de seus fundadores, empreendedores e especialistas em estruturação de startups que migraram para o universo da criação de conteúdo e se depararam com uma dificuldade clara: monetizar é mais difícil do que criar.

“A Rhyno é uma ferramenta criada por quem já esteve do outro lado. Entendemos a dinâmica da live, a pressão do algoritmo e a relação real com a comunidade. Por isso, dizemos que é uma plataforma da comunidade para a comunidade, construída ouvindo criadores e streamers e evoluindo junto com eles”, complementa Larissa.

A proposta da empresa é ser infraestrutura para o criador, e não mais uma plataforma dependente de alcance orgânico. A monetização passa a acontecer de forma direta, com controle financeiro e previsibilidade.

Benefícios claros para quem cria

A Rhyno foi estruturada para simplificar o processo de monetização, oferecendo:

  • Configuração em minutos: fluxo simples para começar a receber donates e ganhar dinheiro no mesmo dia.
  • Loja integrada sob demanda: criação de produtos físicos customizados em minutos, sem estoque ou logística – a plataforma produz e entrega, enquanto o criador recebe sua margem.
  • Sem mudança na live ou conteúdo: integração com Twitch, Kick, YouTube e Streamlabs em um único painel.
  • Comunidade mais próxima: perfil customizável e base própria de seguidores, o que reduz dependência de algoritmos.
  • Dinheiro sem barreiras: 2% de taxa sobre donates e saque gratuito.
  • Engajamento que gera mais receita: dinâmicas como Musicthon, metas em cadeia e alertas personalizados que incentivam a participação ativa da comunidade.

Caso real: aumento de 5x na receita por live

Nos dois meses de fase beta, o streamer Stoompay, por exemplo, aumentou em cinco vezes sua receita por live ao ativar a dinâmica do Musicthon, ferramenta que permite que a comunidade dispute músicas durante a transmissão por meio de donates.

“A monetização desse criador passou de cerca de R$ 50 para R$ 500 por live apenas ao adicionar uma ferramenta que torna a experiência mais interativa e divertida para o público. Quando a comunidade participa mais, a receita cresce como consequência”, explica a executiva.

Segundo dados internos da empresa, criadores que utilizam dinâmicas gamificadas registraram aumentos de até 500% em transmissões específicas.

Mais que streamers: creator economy como foco

Embora o ICP (perfil ideal de cliente) inicial da Rhyno seja formado por streamers (especialmente pela integração com ferramentas de live), a plataforma também atende outros perfis de criadores que desejam vender produtos físicos personalizados ou receber apoio direto da comunidade sem depender exclusivamente de publicidade.

Em um cenário, como o do Brasil, em que apenas uma parcela dos criadores consegue monetizar de forma consistente, a startup aposta em um modelo mais sustentável, baseado na relação direta entre criador e audiência.

“Nosso objetivo é simples: permitir que o criador viva da sua comunidade, e não apenas de marcas ou do algoritmo. Quando você coloca o criador e a comunidade no centro, a receita vira consequência”, finaliza Larissa.

Mais informações estão disponíveis no site e no Instagram da The Cool Rhyno.

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