Clive Barker’s Hellraiser: Revival – Resenha

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Fala pessoal Mu chegando por aqui, mais uma vez “again” de novo e desta vez vou comentar sobre o jogo Clive Barker’s Hellraiser: Revival que é um jogo de terror e sobrevivência em primeira pessoa inspirado na franquia Hellraiser, colocando o jogador em uma jornada sombria repleta de violência, sofrimento e horrores sobrenaturais.

Explore ambientes aterrorizantes, enfrente criaturas grotescas e utilize armas e estratégias para sobreviver enquanto desvenda os mistérios de uma experiência marcada pelo terror psicológico e visceral.

Minha Opinião sobre o jogo Clive Barker’s Hellraiser: Revival

Depois de tantos jogos de terror, valorizo mais um corredor que dá receio de atravessar do que um susto acompanhado de barulho alto. Hellraiser: Revival acerta nessa sensação. Os cenários perturbadores e o som deixam a exploração pesada, com uma identidade que vai além de colocar Pinhead na capa.

A estrutura é familiar: procurar recursos, organizar o inventário, melhorar equipamentos e resolver enigmas. A influência de Resident Evil 4 aparece bastante, mas os poderes da caixa dão personalidade à experiência e tornam o combate mais interessante.

O problema é que ganhar tantas ferramentas também diminui o medo. Conforme você entende os inimigos e domina as habilidades, sobreviver fica confortável demais. Os quebra-cabeças simples pouco ajudam a manter a apreensão. Já as perseguições recuperam aquela vontade de sair correndo sem nem olhar para trás.

Vale encarar?

A ambientação me convence mais do que o desafio. O horror corporal combina com esse universo, embora a exposição constante faça parte do impacto desaparecer. Faz falta uma campanha que sustente melhor a insegurança das primeiras horas.

Ainda assim, há uma boa aventura de terror aqui. Não precisa revolucionar o gênero para funcionar, mas poderia exigir mais do jogador entre uma perseguição e outra.

  • Ambientação perturbadora e som eficiente.
  • Perseguições intensas.
  • Poderes úteis no combate e na exploração.
  • Identidade de Hellraiser bem preservada.
  • Enigmas pouco desafiadores.
  • Poderes reduzem demais a dificuldade.
  • Tensão perde força ao longo da campanha.

Jogo analisado no PS5 com código fornecido pela Saber Interactive.

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