Videogames: Para mim, um hobby. Para eles, negócio.
Existe uma tendência humana de romantizar aquilo de que gostamos. Fazemos isso com música, cinema, esportes e também com os videogames. Criamos a ideia de um universo movido apenas pela paixão, criatividade e diversão, como se ele estivesse distante das regras que governam qualquer outra indústria. Durante muito tempo, essa visão parecia fazer sentido. Os videogames eram vistos apenas como um hobby, um espaço de entretenimento onde importavam apenas os jogos e as experiências que eles proporcionavam. […]


