Desenvolvido pela ScrapGear Studio e distribuido pela eastasiasoft, Outbreak: Dead City, jogo que combina tiro em primeira pessoa com elementos mais acessíveis de survival horror, chegou neste último dia 3 de novembro às plataformas Nintendo Switch, PlayStation 4 & 5, Xbox One & Series X|S, Xbox no PC e Steam.
Ele apareceu na plataforma mobile em fevereiro de 2026 como demo e entrou em em acesso antecipado, lançando sua versão 1.0 em agosto. Agora, PC e consoles recebem um jogo mobile que obteve uma boa avaliação por lá.
Mas vale à pena jogar? Junte seu kit de sobrevivência e venha comigo que eu te conto, mas… evite ser mordido!

Sobre o jogo
Sobreviva como um soldado enviado para conter a ameaça zumbi e encontrar uma vacina para salvar a humanidade!
Junte-se à equipe de forças especiais H.A.D.E.S. enquanto eles aterrissam em uma cidade invadida por zumbis na esperança de recuperar pesquisas valiosas, resgatar um importante cientista e talvez até encontrar uma vacina para dar fim a esse apocalipse!
Assuma o papel de um soldado encarregado de localizar um laboratório escondido, use armas de fogo e ataques corpo a corpo para afastar hordas de mortos-vivos e colabore com seu esquadrão enquanto percorre as áreas urbanas.

Alterne entre tipos de armas aprimoráveis, como rifles semiautomáticos, pistolas e muito mais, pegue munições pelo caminho e faça contato com sobreviventes humanos para obter informações ou suprimentos. Complete os objetivos da missão e sobreviva a qualquer custo para desafiar ainda mais suas habilidades no modo New Game Plus.
Gráficos, som e jogabilidade
Embora o jogo tenha nos gráficos, o estilo 3D low-poly retrô, muito de sua personalidade e gameplay me remetem à títulos como S.T.A.L.K.E.R., State of Decay e alguns extraction shooters como Escape from Tarkov. Tem tanto roterização de gameplay como ambientações típicas destes títulos. O som não tem destaque algum, e infelizmente não protagoniza em momentos que deveria estar presente.
Já o mapa de controles é simples para um jogo de explorar, atirar e craftar e os comandos ficam um pouco abaixo do que se esperam (até se comparados com os títulos anteriormente citados). Porém isso não prejudica o que o jogo propõe e quando se entende até sobre a limitação dele, você acaba curtindo um pouco mais o gameplay.

E o veredicto é…
Às vezes, era melhor ter sido mordido!
Eu tenho uma opinião sobre jogos com a temática zumbi: Não é sobre sustos, é sobre tensão! Outbreak: Dead City tenta dar sustos e tensiona em poucos momentos, mas quando o faz, faz bem feito. Porém o jogo não necessariamente,o imersa em tensão, nem com o clima de “1 homem e uma missão”. Não espere um FPS frenético ou imersivo.
O jogo não promove uma exploração profunda, por ele ser limitado e roteirizado. Não há um convite à exploração e nem um incentivo de exerce-la e isso a gente sente com o loot, que é menor do que se espera. Craftar no jogo é um processo longo. Você demora à juntar insumos e itens à craftar, porém certos itens acabam dispensando a maioria dos outros.
Os inimigos não conferem dificuldade, eles só são altamente perigosos em algumas situações em que reside a tensão. Em um campo aberto, basta apenas paciência e você se salva, já em ambientes fechados, ser surpreendido por um zumbi é perigoso!
Outbreak: Dead City oferece uma campanha bem linear que mantém pouca exploração e profundidade de seus elementos, tornando-se um porte mobile para um público iniciante e juvenil. Tem sistemas de conquistas e troféus fáceis, tornando-o aquela garapinha curta e pouco satisfatória. O título está disponível para Nintendo Switch, PlayStation 4 & 5, Xbox One & Series X|S, Xbox no PC e Steam. Assista ao nosso gameplay abaixo:
Veja também: Next of Kin: Epiphany – Resenha




