Next of Kin: Epiphany – Resenha

Compartilhe com seus amigos:

Fala pessoal Mu chegando por aqui, mais uma vez “again” de novo e desta vez vou comentar sobre o jogo Next of Kin: Epiphany que é um jogo de aventura e terror psicológico que combina exploração, quebra-cabeças e uma narrativa misteriosa, colocando o jogador diante de acontecimentos perturbadores.

Investigue ambientes sombrios, descubra pistas e desvende segredos enquanto acompanha uma história envolvente marcada por suspense, tensão e reviravoltas.

Minha Opinião sobre o jogo Next of Kin: Epiphany

Next of Kin: Epiphany me interessa mais pelas pessoas envolvidas no caso do que pela caça ao assassino. Os moradores têm suas próprias confusões, interesses e motivos para mentir. Investigar esses pequenos problemas dá vida à cidade e evita que todo mundo pareça estar ali apenas para entregar uma pista.

O melhor momento é apresentar uma prova que derruba a história de alguém. O sistema Expose faz a exploração valer a pena: aquilo que você encontrou pode virar argumento no interrogatório. O humor discreto e os diálogos bem escritos também ajudam a manter a vontade de ouvir a próxima versão.

Só faltou exigir mais do jogador. Errar uma associação quase não traz consequências, permitindo avançar na tentativa e erro. Algumas pistas também entregam respostas cedo demais. Não preciso de um quebra-cabeça impossível para me divertir, mas gosto de sentir que cheguei à conclusão por mérito próprio.

Um bom caso, com pouca liberdade

A campanha curta e organizada em capítulos mantém o foco, embora limite a autonomia para investigar. A perseguição de carro parece deslocada e quebra um ritmo que funcionava melhor na leitura e na observação.

É uma aventura policial agradável, sustentada pela escrita e pela ambientação. A pixel art combina com o inverno sueco, mas a ausência de português pesa bastante num jogo em que entender as nuances das conversas é fundamental.

  • Personagens interessantes e diálogos com personalidade.
  • Bom uso das evidências nos interrogatórios.
  • Casos menores enriquecem a investigação.
  • Erros quase sem consequências.
  • Algumas revelações previsíveis.
  • Perseguição de carro destoa do conjunto.
  • Sem textos em português.

Jogo analisado no PS5 com código fornecido pela Spelkvall Games.

Confira também: Next of Kin: Fidelity – Resenha

Rolar para cima