The Bearer & The Last Flame – Resenha

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Fala pessoal Mu chegando por aqui, mais uma vez “again” de novo e desta vez vou comentar sobre o jogo The Bearer & The Last Flame, que segue um estilo soulslike de fantasia sombria em que você assume o papel de um guerreiro encarregado de levar a última chama da esperança por um mundo devastado. Em uma jornada desafiadora, o jogo mistura combate estratégico, exploração e narrativa ambiental em um universo dominado por criaturas das trevas.

he Bearer & The Last Flame é uma aventura de ação e fantasia sombria. Num reino onde a morte reina sem limites, uma única alma viva foi escolhida para cumprir uma missão decisiva. Nas tuas mãos estão a coragem, a determinação e a força necessárias para derrotar a escuridão que consumiu os Cinco Reinos. Transporta a última chama e devolve as criaturas da noite ao reino das trevas.

Revive a essência dos clássicos Soulslike
Enfrenta combates estratégicos num mundo cheio de mistérios e uma história profunda contada através do ambiente e das figuras enigmáticas que encontrarás ao longo da tua jornada.

Escolhe entre várias personagens
Seleciona o teu herói entre diversas personagens únicas, provenientes de mundos diferentes.

Dificuldade desafiadora
Domina um sistema de combate onde cada golpe conta e enfrenta inimigos exigentes.

Escolhe o teu estilo de luta
Domina o combate corpo a corpo, ataques à distância ou o poder arcano da magia.

Explora as vastas terras de Hiperbórea
Atravessa masmorras, cavernas e castelos numa épica aventura de fantasia medieval.”

  • Versão do jogo: PS5
  • Tamanho total do jogo instalado: 23GB
  • Desenvolvedora: Dark Reaper Studio
  • Distribuidora: Meridiem Games
  • Gênero: RPG, Ação
  • Data de lançamento: 06/03/2026
  • Resolução máxima do jogo: 4K 60FPS
  • Possui HDR: Sim
  • Ray Tracing: Não
  • Multiplayer: Não
  • Preço: PS5 R$: 133,90 / PC Steam R$: 125,41 

Opinião sobre o jogo The Bearer & The Last Flame:

Recebi uma cópia de The Bearer & The Last Flame e, apesar da proposta interessante dentro do universo dos soulslike, o jogo acaba entregando uma experiência que dificilmente se sustenta por muito tempo. A ideia de encarnar o último sobrevivente em um mundo dominado pela morte até chama atenção, mas isso é apenas o começo de uma jornada que tropeça mais do que deveria.

Combate inconsistente e frustrante

Em jogos desse estilo, precisão é tudo e aqui está um dos maiores problemas. Os golpes parecem não obedecer lógica alguma: ataques que deveriam acertar falham, enquanto outros conectam sem explicação clara. Isso acontece tanto com o jogador quanto com os inimigos, criando uma sensação constante de imprevisibilidade… mas não no bom sentido.

O resultado é um combate que deixa de ser desafiador e passa a ser frustrante, como se o jogo estivesse lutando contra você de maneira injusta, e não inteligente.

Uma narrativa esquecível

A história segue um caminho extremamente básico, daqueles que você sente que já viu diversas vezes. Não há grandes reviravoltas, personagens marcantes ou momentos que realmente prendam a atenção.

Mesmo com potencial para explorar melhor esse mundo decadente, o enredo simplesmente não evolui, ficando preso em uma estrutura genérica e pouco inspirada.

Mundo sem identidade

Visualmente, o jogo até tenta criar uma atmosfera sombria, mas acaba caindo na repetição. Muitos cenários são parecidos entre si, o que prejudica a exploração e torna a progressão cansativa.

Ao invés de despertar curiosidade, os ambientes acabam confundindo o jogador e transformando o simples ato de avançar em algo mais trabalhoso do que divertido.

Design de fases: o “menos pior”

Se há algo que se salva parcialmente, é o design das áreas ainda que longe de ser memorável. Não chega a ser ruim, mas também não apresenta nada que realmente se destaque.

No fim das contas, acaba sendo o aspecto mais aceitável do jogo, o que diz bastante sobre o conjunto geral da obra.

Considerações Finais

The Bearer & The Last Flame tenta seguir os passos de grandes nomes do gênero, mas tropeça em fundamentos básicos. Com problemas técnicos evidentes, combate inconsistente e falta de identidade, a experiência fica abaixo do esperado.

Mesmo não sendo um desastre completo, é difícil recomendar o jogo no estado atual, especialmente considerando outras opções muito mais refinadas disponíveis no mercado.

  • Conceito inicial interessante dentro do gênero soulslike
  • Algumas áreas possuem estrutura funcional
  • Inimigos também sofrem com as falhas (equilíbrio “involuntário”)
  • Combate impreciso e inconsistente
  • Problemas claros de hitbox
  • História genérica e pouco desenvolvida
  • Cenários repetitivos e pouco inspirados
  • Falta de identidade própria
  • Experiência geral abaixo do valor cobrado

Jogo analisado no PS5 com código fornecido pela Meridiem Games.

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